terça-feira, 20 de setembro de 2011

Encontrei uma Putinha no Onibus

Eu faço curso de informática todos os dias da semana das 8h as 10... e quando eu saio, pego um onibus q geralmente não tem muita gente, mas que sempre vai alguém depeh. Porém nesse dia foi diferente. Resolvi pegar outro onibus. O meu não estava lá, e o outro sim. Estava cansado, e não quis esperar. Entrei na fila. Quando subi no onibus, vi q tinha cometido um erro. O onibus jah tava lotado... A viajem era longa, e eu ia me segurando como podia. Ateh q um cara sentado perto de mim se levanto pra sair. Eu rapidamente peguei seu lugar. Era num daqueles bancos vermelhos reservados para idosos, gestantes e deficientes. Mas como não tinha nenhum destes a vista, peguei o lugar. Passou o tempo, eu ia olhando pela janela, quando senti algo bater no meu ombro. Era uma pessoa. Uma mulher. Devia ter seus 30 anos. Era morena, tinha uns peitinhos médios, dava pra ver q tava sem sutian. Usava uma blusinha solta e uma calça colada, que deixava ver a marca da bucetinha. Fiquei de pau duro logo que a vi. Ela tava de frente pra mim, e a buceta dela batia no meu ombro. Ela olhou pra mim, sorriu e pediu desculpas pela batida. Eu sorri devolta e disse que não havia sido nada. Voltei a me consentrar na janela, e nem percebi mais sua presença. Apenas me lembrei dela quando senti outra batida. Dessa vez, ela apenas sorriu pra mim. Larguei de mão a janela, e comecei a prestar atenção nas pessoas. Volta e meia ela batia de novo com a buceta no meu ombro. Eu ainda achava que era por causa do movimento do onibus. O onibus parou. Mais gente subiu. Ela deu um passo a frente para permitir a passagem das pessoas atrás dela. E com isso enterrou meu ombro no meio de suas pernas, forçando ele contra sua buceta. Meu pau tava cada vez mais duro. Mas tentei me acalmar. Logo o movimento no onibus ia parar e ela ia voltar para trás. Soh que uma moça parou atrás dela, e ficou ali, se segurando. Ela não voutou para trás, mas também não significava q estivesse gostando, pensei. O onibus voltou a andar. E eu percebia q entre o movimento dele, ela ia roçando a buceta no meu ombro. Mas ainda não havia nada provado, poderia bem ser apenas o movimento do onibus. Mais uma parada. Ela se espremeu mais ainda em mim. E continuou se esfregando. Não. Não era o movimento do onibus. Ela devia estar com tesão e estava se aliviando em mim. Tomei coragem e fingi coçar o ombro. Coloquei a mão onde sua becetinha estava. Ela não teve reação. Coloquei os dedos bem na rachinha e fiquei com eles lá. Sentindo ela esfregar a xoxota neles. Ela me olhava com cara de safada, e eu retribuia o olhar, cheio de tesão. Mais uma parada. Entrou dessa vez um senhor idoso. E eu tive uma idéia. A melhor da minha vida. Sedi o lugar para o velhinho e fui empurrando os outros ateh ficar atrás dela. Ela soltou uma risadinha. Eu segurei na haste que tinha na frente dela, e passei a outra mão para frente do corpo dela. Toquei sua barriga. Ela estremeceu. Comecei a me mexer atrás dela, forçando meu pau no seu rabo. Ela tinha um quadril largo e uma bunda muito gostosa. Fiquei encoxando ela bastante tempo. Coloquei minha mão disfarçadamente em sua bocetinha. senti que estava molhada mesmo por sima da calça. Fiz ela gozar rapidinho. Dei uns ultimos amassos nela. Quando eu estava quase terminando, ela teve de ir. Saiu sem nem olhar para trás. Fiquei puto da cara, mas quando cheguei em casa, corri ao banheiro e bati umas tres punhetas pensando na putinha. Nunca mais a vi, mas passei a frequentar mais aquele onibus.

conto erotico tirado do site  www.casadoscontos.com.br

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