quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Traindo o noivo com um sem teto

Oi, me chamo Renata, tenho 24 anos, 1.65 metros, morena bem clarinha, cabelo meio curto, magra. Recentemente descobri esse site de contos e depois de ler alguns decidi relatar o que aconteceu comigo recentemente. Sou de SP, de família de classe alta, sempre tive de tudo, muito mimada por todos, principalmente pelos meus pais. Mas com o falecimento da minha mãe, senti um vazio muito grande em mim e mesmo meu pai me dando de tudo, já não era a mesma coisa.
Meu primeiro e único namorado que eu tive era então meu noivo, que eu o conheço de muito tempo, me deu todo o apoio. Então resolvi comprar uma casinha pra eu morar já que meu pai quase não parava em casa, então não mudaria eu morar sozinha ou com ele.
E foi ai que minha vida começou a mudar radicalmente. Me mudei pra um bairro próximo, local muito tranquilo onde não tem vizinhança pela rua, rua essa pequena, todos em sua casa ou trabalhando e não são de ficarem na rua nem em fins de semana.
Mesmo eu sem cabeça para namorar, meu noiv nos finais de semana ia me ver, e chegava até mesmo a dormir em casa, mas na maioria das vezes nada acontecia por eu estar totalmente sem interesse.
Eu mesmo formada em direito, nunca necessitei trabalhar, apenas trabalhava para obter prática e experiência, pois sempre recebi um bom valor mensal do meu pai, fora a pensão pelo falecimento da minha mãe que meu pai repassava todo pra minha conta, ou seja, recebo todos os meses muito mais do que eu consigo gastar, mas não vem ao caso.
Então num certo dia, avistei na casa do lado um homem entrando. Estranhei pois o bairro é um local mais de nível médio pra alto e ele estava mal vestido, e também a casa estava abandonada pelos antigos donos que eu não conheci. Então fiquei no quintal parada olhando pra lá só por curiosidade e sem eu perceber o mesmo homem me olhava da casa pela janela. Então percebi algo e olhei pra janela e vi que ele me encarava fazia algum tempo e ele então pediu pra eu espear pois ele queria falar comigo. Quando ele saiu da janela pensei em entrar correndo pra casa pois ele falava de forma bruta, grosseira. Então rapidamente ele apareceu do outro lado do muro e perguntou se eu tinha algo pra comer pois ele não tinha nada de comida.
Eu estava meia assustada pelo tipo dele, alto, uns 1.78 metros, por volta dos seus quase 40 anos, forte, moreno jambo, shorts, descalso, camiseta regata, mas mesmo assim perguntei o que ele fazia na casa e ele disse que há tempos sabia que estava abandonada e como não tinha onde morar, resolveu entrar lá e ficar enquanto desse e pediu pra que eu não falasse nada pois ele nem tinha pra onde ir. Respondi que poderia ficar socegada pois eu não tinha nada a ver com isso e nem teria do porque falar alguma coisa, ao contrário, se está vazia, melhor alguém fazer uso dela né. Ele então falou se eu poderia pedir pra minha mãe algo pra comer pois ele não tinha nada. Eu disse que minha mãe já era falecida. Então ele falou do meu pai e disse que não moro com ele. Ele curioso perguntou com quem eu morava então e respondi sozinha. Ele não acreditou dizendo que eu aparentava ser bem jovem, uns 18 anos, e eu i dizendo que tinha 24 anos.
Como já era fim de tarde falei que tinha comprado pão, mas eu tinha leite, bolachas, frios e sabendo que ele nem teria onde esquentar, disse que se ele estivesse com muita fome poderia fazer macarrão com carne moida. E ele bem surpreso não acreditou nisso me falando que normalmente “as riquinhas” são nariz impinados e até humilham ele, e eu ao invés disso queria ajuda lo. Disse rindo que jamais recusaria comida pra ninguém e que eu era uma riquinha do bem. Ele então do nada pulou o muro caindo em meu quintal, e me deu um abraço apertado me levantando do chão dizendo que eu era a anja dele. Nessa hora foi uma das poucas vezes que eu ri desde fatos passados. Ele então abraçado comigo entrou em casa. Começou a elgoiar minha casa dizendo que era tão linda quanto a dona. Então eu falei rindo que ia faer algo pra comer mas ele tinha de me soltar senão não conseguiria ir. Ele riu dizendo que estava gostoso me abraçar e como eu não reclamei então ele continuou. Ri e disse que não achei ruim pois não vi maldade e também que eu era noiva. Ele então disse que ra um homem de sorte e se fosse ele não desgrudaria de mim. Então fui a cozinha preparar algo e ele por ser inquieto foi atrás sempre puxando papo, elogiando algo só pra poder me elogiar também.
Então estava na pia lavando algumas louças quando ele começou a exer no meu cabelo. Pedi pra ele parar com o atrevimento mas ele continuou. Então virei e disse que eu era noiva, e que mesmo assim me convidou apenas pra comer algo pois eramos totalmente diferentes socialmente, claro que sem querer julgar ele, mas não tinhamos nada a ver. Ele então deu um passo pra tras e eu virei continuando a lavar quando novamente ele ficou mexendo no meu cabelo. Falei rindo que ele não tomava juizo e ele disse que era muita tentação pra ele desistir e parar. E ele ficou falando que a clpa era minha pois eu quem incentivei pois aceitei a falar com um estranho, a deixar um estranho entrar em casa mesmo eu estando sozinha e até deixou ser abraçada por ele sem reclamar.
Eu ri dizendo que sempre fui gentil dessa forma, que eu sou noiva da pessoa que foi meu primeiro namorado, ou seja, nunca tive outro homem e que nunca sequer trai ele. Ele então ficou surpreso e disse tudo bem que só ficaria mexendo comigo mas podia ficar socegada, que ele só ficaria me fazendo carinho enquanto não terminada a comida.
Então depois de terminada, ele comeu e estavamos na sala conversando.Ele então pegou em minha mão falando que tanto ela quanto a aliança era muito bonita. Eu só ria. Ele então pegou e tirou a aliança do meu dedo e disse que pronto, eu não ra mais noiva e disse que era sim. Ele então veio com um braço me abraçou e continuou segurando minha mão. Nessa hora minha cabeça foi a mil não acreditando no que estava acontecendo comigo, eu que sempre fui ajuizada, patricinha, toda certinha, um noivo de adolescencia do mesmo nivel social do meu, estando sozinha em casa com um bruta montes que nem tem onde morar, mal vestido me paquerando e eu sem reagir.
Ee então colou meu corpo ao dele com a mão dele passando pelas minhas pernas, e quando menos esperava ele me botou sentada de lado no colo dele. Olhamos um pro outro e eu rindo disse que ele estava louco, e ele disse que ele era louco sim mas que eu estava gostando e que ele não tinha nada a perder. Então ele veio e começou a me beijar, botando a lingua aspera dele entro da minha boca, o que fez eu corresponder automaticamente, e logo a mão dele estava invadindo minha mini blusa acariciando meus seios, soltei meus primeiros gemidos, o que fez ele delirar e ir invadindo por baixo de meu shorts. Logo ele estava me acariciando na minha vagina e eu entregue sem pensar no que eu estava fazendo. Então ele foi tirando meu shorts, me botou no sofá deitada e logo ficou cheirando por cima da calcinha e nessa hora disse que meu noivo nunca tinha feito isso comigo, e ele rindo e desacreditado, disse qe ia me mostrar o tão bom que é, foi tirando minha calcinha e veio subindo beijando minhas pernas, coxas, virilha, me fazendo se contorcer toda, até que ele chegou na minha vagina e começou a me sugar de forma louca, forte, me fazendo soltar um gemido atrás do outro, até que depois de pouco tempo tive um orgasmo e mesmo assim ainda continuou me chupando. Então depois de um bom tempo, ele disse que era minha vez e ficou só de cueca e eu por cima da cueca comecei a passar meus lábios e reparei mesmo antes de tira la que era bem maior do que do meu noivo, o que fez ele rir. Então eu o segurei e comecei aos poucos passar minha lingua, meus labios e aos poucos fui mamando nele e aos poucos o ritmo ia aumentando e ele então disse que estava pra gozar e eu falei que meu noivo nunca quis gozar na minha boca e eu sempre quis saber como era, então ele disse que eu saberia, e me fez masturba lo com a mão e ao mesmo tempo com a boca, até que ele quando começou a gozar botou o pau inteiro na minha boca fazendo pequenos movimentos, despejando tudo mandando eu engolir. Após isso, ele novamente me botou no colo só que dessa vez ele foi introduzindo o pau aos poucos. Isso foi me levando ao prazer máximo me fazendo gozar antes mesmo de iniciar por eu jamais ter tido outro homem ou outro homem ter transado comigo. Estava sendo muito mais gostoso, mais prazeroso, e cada estocada dele em mim, eu gemia, mas não de fingimento e sim de puro prazer, algo indescritível, algo que nunca havia sentido antes.
E ali ficamos, ele bombando em mim, ora no colo, depois papai e mamãe, só sei que cada estocada o praer e gemido era enorme e fazia muito barulho de tão molhada que eu estava. E assim ficamos por muito tempo, e já tinha perdido a conta de quanto orgasmos eu havia tido. Até que ele chegou ao orgasmo e na hora que ele ejaculou foi automatico e ejaculei junto com ele novamente. Nem eu sabia que uma mulher poderia sentir tanto orgasmo assim.
Isso foi o que ocorreu. Espero que não me julguem pelos meus atos. Foi muito mais forte do que minha força de vontade.


Conto Erotico tirado do Site www.casadoscontos.com.br

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